Pollyanna

Compartilhar
Título: Pollyanna
Autora: Eleanor H. Porter
Editora: Nacional
Páginas: 181
Tradutor: Monteiro Lobato

SINOPSE:
Pollyanna perdeu a mãe quando nova e foi criada pelo pai, um ministro. Eles sempre tiveram uma vida simples e pobre. Quando seu pai adoece e morre, Pollyanna é enviada para morar com sua Tia Polly, uma senhora solteira de 40 anos, que vive solitária e amargurada. Ao chegar à nova casa, Pollyanna faz amizade com os empregados, Nancy e Mr. Tom. Ao decorrer da trama, a menina passa a conhecer várias pessoas na cidade e com a convivência, opera transformações milagrosas na vida dessas pessoas, tudo graças ao "Jogo do Contente", criado por seu pai.



- Que coisa esquisita, Miss Pollyanna! A senhora fica contente de tudo que acontece! observou a criada lembrando-se das cenas do quartinho.
A menina sorriu.
- Pois é do jogo, não sabe?
- Do jogo? Que jogo?
- O "Jogo do contente", não conhece?
- Quem é que botou isso na sua cabeça, menina?
- Papai. Papai explicou-me esse jogo, que é lindo, disse Pollyanna. Em casa brincávamos disso, desde que eu era assinzinha. Depois ensinei-o às damas da Auxiliadora e elas também brincavam de ficar alegres.
- Como é? Eu não entendo muito de jogos.
Pollyanna sorriu de novo, porém com um suspiro - e sua face sombreou-se.
- Começou com umas muletas que vieram na barrica do missionário.
- Muletas?
- Sim muletas. Eu queria uma boneca e papai havia escrito que a mandassem, mas quando a barrica chegou, não havia boneca nenhuma dentro e sim um par de muletinhas para criança. Foi então que o jogo principiou.
- Mas não estou vendo nenhum jogo nisso. - disse Nancy quase irritada.
- Oh, o jogo é encontrado em tudo qualquer coisa para ficar alegre, seja lá o que for, explicou Pollyanna com toda a seriedade. E começamos com as muletas.
- Eu não vejo como se possa ficar alegre de encontrar muletas em vez de bonecas. Não entendo.
A menina bateu palmas.
- Pois aí está o jogo! Eu também não via no começo e papai teve de explicar-me.
- Pois então me explique o que lhe explicou.
- Sim. Fiquei alegre justamente porque não precisava delas, gritou Pollyanna exultante. Veja como o jogo é fácil, quando se sabe.
- Que esquisitice! exclamou Nancy olhando para a menina, ressabiada.
- Esquisitice, nada - é lindo! afirmou Pollyana com entusiasmo. E começamos com esse jogo desde esse dia. E quanto pior é o que acontece, tanto mais engraçado fica. Às vezes é bem duro de roer, como quando papai morreu e fiquei só com as damas da Auxiliadora...


Apesar de antigo, é um livro super atual e envolvente.  O livro tem um final emocionante e é impossível não chorar! O Jogo do Contente é um ensinamento que vale a pena trazer para nossa vida, nosso dia-a-dia. Nós do MGN já fizemos o teste e funciona mesmo! O importante é não esquecer de jogar! E aí, vamos jogar juntos? Você já jogou?! Pretende começar agora?! Conte suas experiências nos comentários! =)

0 recordações:

Postar um comentário

Conte suas experiências e vamos recordar juntos!

 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...